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Cavalos-marinhos

O link ao mar é desconcertante. E o elemento 'morte' trespassa (na literatura especializada) todos estes pontos: o mar, o cavalo, o báculo.
Sem dúvida que o cavalo tem um peso fantástico nesta história.

A proposta do cavalo-marinho é muito desinquietante (como já se está a ver).
Não podemos deixar de pensar que os símbolos da neolitização, gravados nos menires e na cerâmica, são cristalizações, sedimentações, de um percurso contínuo que acaba de deixar uma ligação ao mar mais forte que nunca, expressa durante o mesolítico.

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"Agora prostro-me diante desta pedra, esta pedra do meu antepassado. Eis porquê meu Senhor a Terra embaixo, meu Senhor o Céu em cima. Agora prostro-me de pé diante desta pedra colocada aqui pelo meu antepassado. Trago estes animais para orar à pedra sagrada (.../...). Diante desta pedra, desta árvore, baixo a cabeça em prece, Terra em baixo, Céu no alto"
Maurice Godelier. O enigma da dádiva. Edições 70, p. 242