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Showing posts from November, 2008

Cueva Ambrósio

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Cueva Ambrosio (Varadero, Cuba)






































































Megalitismo na Foz do Amazonas

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Um novo blog no universo do megalitismo. Tropical.


E também curiosidades

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"The author is writing about the Amoricaine or Belon oyster, the flat one, the most prized and arguably best oyster in the world."

Conchas, bolotas e metáforas

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Dando continuidade aos dois posts anteriores, em tom ligeiro, vamos lá reunir mais umas metáforas (e trocadilhos).

conchas e boletas = o litoral e o interior.

As conchas chegam ao interior. Poucas, mas chegam.

Tal como a cerâmica cardial, que é escassa nos povoados do interior alentejano, mas existe.

cerâmica cardial = berbigão



E, claro, a fractura conchoidal. Associado à boleta, outro símbolo da paisagem alentejana: o cocho. Forma razoavelmente conchoidal. Bebe-se a água, nas fontes rurais do Alentejo, usando um cocho ou com as mãos em concha ou na concha da mão.
A concha da sopa. Desconheço a origem etimológica da palavra cocho. Concha? Corcho? (em espanhol, cortiça) Côncavo? Curiosamente, concoidal e côncavo não têm qualquer relação etimológica... E as cuencas hidrograficas ?
E a concha acústica ? Já agora, como funcionam acusticamente os recintos megalíticos?
Bonita concha da arqueologia amazónica. É tanga.

Concha nasal

Glandes interpretações

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Glande ou bolota
Em latim: Glans
Glande
ou cabeça, do pénis
Glande ou cabeça, do clítoris


O carácter fálico dos menires tem sido interpretado com base na suposta presença, em alguns deles (sobretudo, no Algarve, mas não só) de representações da GLANDE.
O menir do padrão (na imagem acima), sugere, de forma bastante sugestiva, uma figuração da glande.
Na verdade, as ditas "glandes" podem corresponder apenas a representações esquemáticas da cabeça, em figuras de carácter antropomórfico.

Porém, a língua portuguesa (ou inglesa)(ou francesa) reforça esta ambiguidade semântica: na linguagem corrente, a glande peniana (ou clitoriana) é igualmente designada por "cabeça".

O corpo humano é a medida de todas as coisas:

- o parafuso tem cabeça
(anedota a propósito, ou talvez não:
Diz a porca para o parafuso:
-Meu parafuso
Este responde:
- Minha porca...)

- o fósforo tem cabeça
(anedota a propósito, ou talvez não:
Diz fósforo para a caixa:
- Ai filha, cada vez que passo por ti, perco a cabeça)


-…

Ora, bolotas!!!!

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Há limites para a arqueologia interpretativa?

Bolotas e pedras
A bolota foi, indiscutivelmente, uma das bases da alimentação, na pré-história alentejana: vários autores sugeriram, aliás, que a bolota, por permitir a stockagem, constituia um recurso importante na economia neolítica (e, eventualmente, anterior); podia ser consumida ao natural, assada, cozida, ou, depois de farinada, sob a forma de pão.

Para além dos dados carpológicos disponíveis, existem mesmo algumas representações de bolotas, integráveis na categoria dos objectos do sagrado, de tipo ídolo (como, por exemplo, no vizinho povoado de Valencina de la Concepción).
Porém, o potencial simbólico da bolota tem passado despercebido à maioria dos investigadores.
Na verdade, como sabemos, a azinheira é a árvore por excelência da paisagem alentejana.
Os bosques sagrados de querci, da mitologia druídica, são, claro, um indicador da importância ritual e metafórica da bolota na pré-história do sudoeste peninsular.

A bolota como referencia…

Valencina de la Concepcion

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Os cidadãos de Valencina travaram e ganharam uma batalha contra a pressão urbanística sobre o famoso conjunto (povoado e necrópole) pré-histórico.
Exemplar...

E pur se muove

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Megaconserto na Vendée, por Gérard Bénéteau

The hidden faces of the stones

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La Pena de los Enamorados (Antequera)

Recintos megalíticos e carripanas

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... uma velha relação.