Monday, February 23, 2009

Fontaínhas




Passei por este post e dei conta que alguma coisa não estava certa. Mais do que o caminho, eram os menires que não me pareciam encaixar na ideia que tinha do sítio.

Coloco aqui 3 imagens do Recinto das Fontaínhas, com a imagem origina dos anos 70 invertida, para que se reveja este pormenor.
Pelo que me é dado a ver, por alguma razão, a foto original foi invertida da revelação ou no processo de digitalização. Confirma-se?

Friday, February 20, 2009

Alto de São Bento revisitado




Estas duas imagens, ambas tiradas pelo Mário Carvalho no Alto de S. Bento, às portas de Évora, não podem ser esquecidas.

O poente, na direcção da serra de Montemuro, levanta várias suspeitas. O Mário chamou a atenção para a posição dos Almendres. À direita é visível também o Alto da Giesteira. À esquerda a serra cai, deixando descobrir um horizonte mais distante.


Circulos
Prehistoric Evora
The hidden faces of the stones
Megalitismo Alentejano Contemporâneo e Megalitismo Natural, em S.Caetano (Évora)
The moon in the shadow
Pecked carving on Alto de S.Bento (Évora)
Alto de S.Bento rock art?
Alto de S.Bento: antes das origens de Évora
Alto de S.Bento (Évora): descoberta de uma gravura
Megalitos e Solstícios

Monday, February 16, 2009

Coroa do Frade (Valverde): Grave atentado contra o património arqueológico no Concelho de Évora


Reproduzo aqui parte deste post.

No decorrer dos trabalhos de prospecção, relativos à realização da Carta Arqueológica do Concelho de Évora, foi visitado, pelos técnicos de património e arqueologia da C.M.E., o povoado fortificado da Idade do Bronze da Coroa do Frade (Valverde). Esta visita ocasional, cujo objectivo se resumia à recolha de material fotográfico, tanto do sítio arqueológico como da sua envolvente paisagística, cedo se deparou com um cenário inesperado: o sítio encontra-se a saque, tendo sido recentemente alvo de uma pilhagem metódica efectuada por detectoristas (indivíduos munidos de detectores de metais), cujo único objectivo é a recolha ilegal de artefactos em Ouro, Prata, Cobre, Bronze ou Ferro, para futura venda a mercados ilícitos de antiguidades ou directamente aos coleccionistas privados. A utilização de detectores de metais é um método ilegal, tanto no território nacional como na maioria dos restantes países da União Europeia, estando prevista na lei Portuguesa severas sanções para quem cometa crimes desta natureza, contra o património arqueológico.
Este fenómeno afectou, de forma irreversível e dramática, uma grande parte da informação arqueológica, estratigráfica e paleoambiental presente no sítio da Coroa do Frade, tendo sido contabilizadas centenas destas “covas” criminosas, muitas delas abertas até ao substrato geológico; este fenómeno, pelo seu carácter destrutivo e sistemático, poderá invalidar a realização de futuros projectos de investigação que visem a escavação arqueológica e estudo deste importante sítio.
Os técnicos da C.M.E. procederam a uma exaustiva recolha do material arqueológico classificável que, pelo seu baixo valor comercial (cerâmica e material lítico), foi abandonado pelos infractores no sítio. O sucedido foi notificado à entidade competente (IGESPAR), na pessoa da Prof.ª Doutora Leonor Rocha, que por sua vez dará o seguimento legal ao processo. O IGESPAR recomendou ainda a eventual realização de sondagens de diagnóstico, com o objectivo de determinar a verdadeira natureza e extensão dos danos provocados neste importante sítio arqueológico, relembrando e sublinhando que este se trata do maior e mais importante povoado de Bronze Final, fortificado, no concelho de Évora.

Tuesday, February 03, 2009

Sunday, February 01, 2009

E o Brasil aqui tão longe...


Pintura rupestre alentejana...
















Depois da moda do megalitismo, surge agora a pintura rupestre contemporânea... no Alentejo.